Ao Sair De Um Bar, Simples noite, Fria como a pele de uma moça falecida, ouço ainda o barulho que sai do bar, cantigas de bêbados e, como era de se esperar, provocações e brigas.

O vento era uivante, assoprava quase levando meu chapéu, tive de segurá-lo para o senhor dos ventos não o levar, após colocar a mão em meu chapéu tive de me segurar também, percebi que estava alcoolizado.

Estava tão bêbado a ponto de ver uma moeda no chão, tentar pegá-la e cair com minha face em cima daquele metal que não valia nem um copo de uísque.

Estava cada vez mais frio, tão frio que o sangue quente que meu corpo adquiriu depois de uísques e vodkas não suportava.

Olhei para trás na intenção de ver aquele bar pela ultima vez, e na certa, estava.

a calçada de terra meio umida pelo sereno da noite dava de frente a uma rodovia, nada mais perigoso do que um bebum descontrolado desse de cara com um carro.

Olhei para cima, acabei vendo uma estrela cadente, ou era mera ilusão?

Não me importava no momento, a minha tristeza da perda de minha esposa me fez conhecer outra felicidade. A Bebida.

Agora estava bêbado enquanto ela estava na cama de outro rapaz, agonizando em ternura e prazer.

Fechei os olhos e desejei, desejei como qualquer um paz, paz e longa vida, se pudesse, vida eterna, sem a morte para me tirar esse prazer, prazer de ficar feliz somente com álcool.

Se pudesse escolher, escolheria mais um fígado pelo meu coração, pois amaria menos e beberia mais.

Tudo estava perfeito até aquele momento, olhava pro alto, fechei os olhos, senti o vento bater em mim, mas ao bater me desequilibrei.

Fui jogado para frente, uma luz forte veio em minha direção, estava se aproximando rapidamente, olhei ao chão e tive a visão de umas faixas amarelas, e estava afirmado, estava na auto estrada.

A Luz era tão intensa que deveria ser de um caminhão ou coisa do tipo, segundos depois ele estava tão perto, e as trombetas da morte assopraram, eram ensurdecedor, mas por um instante aquela luz parou em minha frente, estava tão próximo. Ele teria Freiado?

Olho para os lados, não vejo mais nada além do bar silencioso, e isto era o mais estranho.

Silêncio.

Ao meu lado enxergo uma gota de água planar no ar. Era impressionante, mas acreditei que era uma fase da bebida, e por fim, chegara um senhor de capa com um tipo de Cajado, um cajado alto, maior que seu corpo.

Estava escuro e Não consegui ver sua face, não dava para ver nada além de sua capa, mas ao chegar á luz do caminhão ele estava bem visível.

Era um jovem aparentava 30 anos, sobretudo e um cajado, realmente, maior que ele. Mas ainda não dava para ver sua face.

Ele Disse : " Mero Mortal, Chegou Seu Momento de Libertação Da Alma, irei levá-lo ao purgatório, Causa? Somente cometeu o pecado natural, o resto de sua medíocre vida, foi vítima da sociedade. agora venha, o submundo te espera! "

Agora hei-me de entender, o tempo realmente parou, e ele veio me buscar, esse senhor do destino, A Morte.

Não adiantaria fugir, ou pensar em fugir, ele me atropelaria com aquele monstro de metal, que realmente ia me atingir. Ele fora piedoso.

"Não" Disse Eu. " Para me levar, vai ter que me julgar, e para isso, iremos batalhar"

Ele deu um sorriso que mostrou dentes brancos de um sorriso maligno, convencido, aceitou a proposta.

Minha lucidez voltou ao normal, não estava mais bêbado. A luz ficara mais intensa, era de cegar qualquer um por um momento, e como veio a luz, fechei os olhos, ao abrir, quatro pilastras em chamas iluminavam, o campo abaixo de meus pés eram negros como a escuridão, existia uma mesa entre eu e a morte, e existia uma caixa acima da mesa.

Esta caixa era larga, exista de pistolas até granadas, de facas até espadas, de foices até arcos. E a Morte pediu para eu escolher a Arma. Tinha tantos, não sabia o que escolher. Mas peguei o que eu mais sabia manejar, a Espada.

Eu era guerreiro de Deus, melhor dizendo, eu era um templário, eu batalhei entre várias cruzadas, até que, em minha ultima expedição, matei hereges que não devia, como Dante, e fui mandado para fora do campo de batalha por pouco tempo. Desde aquele dia, eu nunca mais voltei a batalha.

A morte bateu seu cajado e mostrou a verdadeira arma, sua foice, tão famosa e tão clássica.

Como é de costume, comecei a batalhar com a mão esquerda, mesmo não sendo canhoto, e minha previsão estava certa, ao começar a batalha ele cortou minha mão esquerda deixando minha espada cair no chão.

Ele dá um sorriso de lado, e eu rapidamente pego de volta a arma, e volto a batalhar, sua foice passou pelo meu peito, abrira meu tórax e mostrara meu pulmão negro causado pelos cigarros que fumei em minha vida, seu segundo ataque foi perto do ultimo, e mostrara meu fígado, era visível, causado pela bebida, estava quase morto.

Ao seu terceiro ataque, passei a espada em seu pulso, caíra a foice junto com sua mão, era uma mão de ossos, A morte era um esqueleto, pegara a foice e sem arma, estaquei a foice no peito da Morte.

Ele gritara, e a luz brilhava, forte, tão intensa, mas era prazerosa.

Após aquilo, uma voz clama e agradece pelo que eu tinha feito, mas o mundo não poderia viver sem a morte, então eu consegui seu cargo.

Deus Escolheu Seu novo Filho, Seu filho guerreiro. E agora eu sou o novo Ceifador de Almas.

Prazer, A Nova Morte.
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Dia 1


Ao Sair De Um Bar, Simples noite, Fria como a pele de uma moça falecida, ouço ainda o barulho que sai do bar, cantigas de bêbados e, como era de se esperar, provocações e brigas.

O vento era uivante, assoprava quase levando meu chapéu, tive de segurá-lo para o senhor dos ventos não o levar, após colocar a mão em meu chapéu tive de me segurar também, percebi que estava alcoolizado.

Estava tão bêbado a ponto de ver uma moeda no chão, tentar pegá-la e cair com minha face em cima daquele metal que não valia nem um copo de uísque.

Estava cada vez mais frio, tão frio que o sangue quente que meu corpo adquiriu depois de uísques e vodkas não suportava.

Olhei para trás na intenção de ver aquele bar pela ultima vez, e na certa, estava.

a calçada de terra meio umida pelo sereno da noite dava de frente a uma rodovia, nada mais perigoso do que um bebum descontrolado desse de cara com um carro.

Olhei para cima, acabei vendo uma estrela cadente, ou era mera ilusão?

Não me importava no momento, a minha tristeza da perda de minha esposa me fez conhecer outra felicidade. A Bebida.

Agora estava bêbado enquanto ela estava na cama de outro rapaz, agonizando em ternura e prazer.

Fechei os olhos e desejei, desejei como qualquer um paz, paz e longa vida, se pudesse, vida eterna, sem a morte para me tirar esse prazer, prazer de ficar feliz somente com álcool.

Se pudesse escolher, escolheria mais um fígado pelo meu coração, pois amaria menos e beberia mais.

Tudo estava perfeito até aquele momento, olhava pro alto, fechei os olhos, senti o vento bater em mim, mas ao bater me desequilibrei.

Fui jogado para frente, uma luz forte veio em minha direção, estava se aproximando rapidamente, olhei ao chão e tive a visão de umas faixas amarelas, e estava afirmado, estava na auto estrada.

A Luz era tão intensa que deveria ser de um caminhão ou coisa do tipo, segundos depois ele estava tão perto, e as trombetas da morte assopraram, eram ensurdecedor, mas por um instante aquela luz parou em minha frente, estava tão próximo. Ele teria Freiado?

Olho para os lados, não vejo mais nada além do bar silencioso, e isto era o mais estranho.

Silêncio.

Ao meu lado enxergo uma gota de água planar no ar. Era impressionante, mas acreditei que era uma fase da bebida, e por fim, chegara um senhor de capa com um tipo de Cajado, um cajado alto, maior que seu corpo.

Estava escuro e Não consegui ver sua face, não dava para ver nada além de sua capa, mas ao chegar á luz do caminhão ele estava bem visível.

Era um jovem aparentava 30 anos, sobretudo e um cajado, realmente, maior que ele. Mas ainda não dava para ver sua face.

Ele Disse : " Mero Mortal, Chegou Seu Momento de Libertação Da Alma, irei levá-lo ao purgatório, Causa? Somente cometeu o pecado natural, o resto de sua medíocre vida, foi vítima da sociedade. agora venha, o submundo te espera! "

Agora hei-me de entender, o tempo realmente parou, e ele veio me buscar, esse senhor do destino, A Morte.

Não adiantaria fugir, ou pensar em fugir, ele me atropelaria com aquele monstro de metal, que realmente ia me atingir. Ele fora piedoso.

"Não" Disse Eu. " Para me levar, vai ter que me julgar, e para isso, iremos batalhar"

Ele deu um sorriso que mostrou dentes brancos de um sorriso maligno, convencido, aceitou a proposta.

Minha lucidez voltou ao normal, não estava mais bêbado. A luz ficara mais intensa, era de cegar qualquer um por um momento, e como veio a luz, fechei os olhos, ao abrir, quatro pilastras em chamas iluminavam, o campo abaixo de meus pés eram negros como a escuridão, existia uma mesa entre eu e a morte, e existia uma caixa acima da mesa.

Esta caixa era larga, exista de pistolas até granadas, de facas até espadas, de foices até arcos. E a Morte pediu para eu escolher a Arma. Tinha tantos, não sabia o que escolher. Mas peguei o que eu mais sabia manejar, a Espada.

Eu era guerreiro de Deus, melhor dizendo, eu era um templário, eu batalhei entre várias cruzadas, até que, em minha ultima expedição, matei hereges que não devia, como Dante, e fui mandado para fora do campo de batalha por pouco tempo. Desde aquele dia, eu nunca mais voltei a batalha.

A morte bateu seu cajado e mostrou a verdadeira arma, sua foice, tão famosa e tão clássica.

Como é de costume, comecei a batalhar com a mão esquerda, mesmo não sendo canhoto, e minha previsão estava certa, ao começar a batalha ele cortou minha mão esquerda deixando minha espada cair no chão.

Ele dá um sorriso de lado, e eu rapidamente pego de volta a arma, e volto a batalhar, sua foice passou pelo meu peito, abrira meu tórax e mostrara meu pulmão negro causado pelos cigarros que fumei em minha vida, seu segundo ataque foi perto do ultimo, e mostrara meu fígado, era visível, causado pela bebida, estava quase morto.

Ao seu terceiro ataque, passei a espada em seu pulso, caíra a foice junto com sua mão, era uma mão de ossos, A morte era um esqueleto, pegara a foice e sem arma, estaquei a foice no peito da Morte.

Ele gritara, e a luz brilhava, forte, tão intensa, mas era prazerosa.

Após aquilo, uma voz clama e agradece pelo que eu tinha feito, mas o mundo não poderia viver sem a morte, então eu consegui seu cargo.

Deus Escolheu Seu novo Filho, Seu filho guerreiro. E agora eu sou o novo Ceifador de Almas.

Prazer, A Nova Morte.

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