Minha primeira vítima, na verdade, foi um homem da era Egípcia, antigamente, as pessoas que morriam sumia do mapa, alma, corpo, esqueleto, tudo. Tinha um homem chamado Hyshnad, ele era um homem comum, mas não tinha o porque viver mais, não tinha esposa, dormia com a mulher dos outros. Bebia de monte, Bebida de fartura, Roubava ás sombras. E ao roubar o rei daquele lugar, não pode escapar.
Tanta cobiça o fez levar o roubo, a um nível tão elevado a ponto de roubar a pessoa mais poderosa em quilômetros, ele queria roubar o rei do Egito. Tentara roubar o ouro do rei, foi até seu palacio, era tão grande, naquele deserto tão ardente, se infiltrara na troca de horário dos guardas, e o rei tinha saído por um momento, talvez explorar outras terras ou se satisfazer com alguma moça.
Ele pegara o que podia, o tanto quanto mais, era impossivel sair com todo aquele ouro imperceptível, e de lá me coloquei em ação.
Uma taça que ele estava levando, eu o fiz derrubar e também o fiz tropeçar nessa taça, ele caiu fazendo barulhos ardentes ao ouvido, e segundos depois, o rei veio do fundo do palácio, correndo, assustado pelos barulhos de metal chocando o assoalho.
Ao ver o ladrão, pegara uma espada, e ao estacar em seu coração, eu agi.
Ceifei sua alma, e o rei pode me ver, ele viu o levar de sua alma e o julgamento, lembrara ao ladrão o que ele tinha feito em sua medíocre vida, e ao ver o espírito do Ladrão ir para o inferno, o Rei caiu de Joelhos, olhos assustados me veneravam e sentia medo de meus poderes.
O rei não conseguia pronunciar uma palavra sequer, era impossivel ver a morte de perto e não se assustar, e daquele dia em diante, eu evitei aparecer para os humanos. E cortando o ar, fui como um vulto, do mesmo jeito que vim.
E o corpo do Ladrão, com sangue espalhado pelo chão do palácio, o rei pendurou ao lado de seu trono e contou ao seu povo, o que tinha visto.
Povo tolo, tão tolo que acreditava em uma coisa que hoje, chamamos de religião. Ou melhor dizendo, eles criaram um mitologia.
A mitologia egípcia fez nascer Neteru, ou seja, deuses, e dentre seus deuses, havia Hórus, Anúbis, Rá, Amon, Osíris, Isis...
E após o rei ver um ser divino, ele se tornou um Deus Em Forma Humana, Tão tolos.
Linguas revenrenciam e temem o deus Anúbis, com cabeça de chacal. e Adoram e rezam por Osiris, na intenção de salvá-los.
O rei estava prestes a morrer, estava de cama, velho, um senhor. Ele deu um belo discurso, dizendo que deus ia levá-lo, mas estava calado por dentro, sabendo que ia morrer por um ser que não é um Deus.
Parei o tempo, cheguei até ele, e com minha foice mostrei sua vida inteira.
Ele era um rei que corrompia seu povo, era cruel, e quem fosse contra ele era morto, ele matou mulheres, mas isto é uma história complexa.
Ele sabe que tem o poder que quiser, ele manda no povo, e então ele pode ter a mulher de qualquer um, mesmo solteira ou compromissada, e as mulheres que engravidava dele, ele mandava matar.
pagavam impostos ou morriam, o rei matava a quem devia a ele, tinha muitas pessoas nas mãos dele. Principalmente escravos, ele escravizou pessoas para contruir seu palácio, elas morriam de exaustão, e quando acabou a contrução, os escravos que sobraram, ou morriam, ou servia á ele até morrer, alguns como guarda.
Ao ver aquilo, seus olhos tremiam de medo, e então ele reparou, ele morrerá e o povo irá acreditar em seres divinos que não existem, nunca existou e não existirá. Ele criou uma mentira que irá durar anos, séculos de fé no " Nada ".
Só faltava o rei implorar para não partir ao ver o inferno, era um lugar de torturas para aqueles que mereciam, e o rei ia para lá. Quase que ele perdeu sua superioridade e chorou, implorou para não ir. Mas de labios fechados, partiu.
Não acreditava que aquela história acabaria ali, ele matou todos os seus filhos, com excessão de um.
Após 4 meses depois da morte do rei, uma amante do Rei, estava grávida e renasceu a esperança e a maldição de todos os filhos de Caim, pecadores deste mundo tão cruel. Filhos da vergonha, senhores do pecado e mestres do ciúme espiritual. Nada me dava mais desgosto.
O novo rei apareceu, e aos seus 27 anos criou um novo tipo de palácio, uma forma geométrica que, hoje em dia, é comum. A pirâmide. Os escravos que antes construiam palácios, hoje carregam tijolos 20 vezes maiores que seu corpo frágil, em um grupo.
Existia um grupo de quarenta escravos carregando um enorme tijolo, não me segurei da agonia e curiosidade, vi suas vidas. Era melhor a morte do que sofrer aquilo que eles sofriam todo dia, de Chibatadas até a própria morte. Então fiz dois do grupo da frente tropeçar na areia, eles caíram, o tijolo esmagou suas cabeças primeiramente, esmagando todo o primeiro grupo, o segundo, do meio tentou segurar enquanto o terceiro grupo tentava correr, pobre deles, ao soltar a terceira, esmagou o segundo grupo por inteiro e o terceiro, os poucos que conseguram escapar, perdiam uma perna ou duas e não conseguiam posseguir no sol e areia ardente.
Morria solitário no meio da areia. Mandei-os ao purgatório.
Era uma pirâmide alta, bem elaborada, mesmo sendo que a primeira não dera muito certo, não há vestígios, pois as areias do tempo a cobriu ou desmanchou.
E dentre tantos escravos, matava-os de várias maneiras e cada uma mais interessante, chegava até ser divertido, jogar o homem do topo da pirâmide, matá-los esmagado o mutilado ou por simplesmente exaustão.
E Quando mais eu mato pecadores, mais aparecem Ladrões!
Postado por
Falme
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